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Tributo à Drummond

Aline Cristina de Ramos:

Drummond, um homem que mistura a sabedoria e a maturidade com a insanidade (descrevida pelos outros) para criar seus poemas, suas crônicas, suas histórias etc, para despertar e desafiar a imaginação e mostrar aquilo que está oculto e que só será reconhecido através da interpretação.

Andréia Vassão:

Carlos Drummond, poeta a frente do seu tempo, que com sua marca inconfundível nos leva a analisar seus poemas de várias maneiras e, de acordo com a interpretação de cada leitor, assume características únicas.

Antonio Marcos de Souza:

Como posso ser feliz, com alegria e solidão.
Como posso ser feliz, sem amor no coração.
Como quero ser feliz, com muita canção.
Que para alegria do meu lindo coração,
que “você” faz meu amor explodir de tanta alegria e paixão.
Com toda esta alegria, o amar sempre pode fazer
Muitas multiplicação em todos os corações
Como sou muito feliz curtindo o amor que sempre quis.

Beatriz Lourenço Ribeiro de Fontes:

Homem cheio de criatividade
Desafiou a educação com seu
Jeito eclético.
Suas idéias foram aceitas através
De muita persistência e sabedoria.
Enfim, temos que lutar pelos
Objetivos acreditados.

Benedita A. O. Miranda:

O poeta Carlos Drummond
Trabalha o sentimento do mundo
Querendo trabalhar suas obras
Mas tem aqueles que vieram
Para ouvir história, e outros
Para fazer a sua história.

Carla Daniela Domingues:

D as coisas que viveu
Retirou o que mais servia
Um homem de muitas faces
Melancólico
Mas apaixonado
O amor maior se foi
Não resistiu então
De tanto sofrer, morreu...

Cidinha professorinha.com:

Direto de Itabira,
Surgiu um homem memorável.
Mudou as novas vidas,
Transpondo o imaginável.

Em farmácia se formou,
Mas no Rio de Janeiro foi residir.
Desse curso não gostou,
Seu sentimento transgredir.

Enfim, com o passar do tempo,
Um grande escritor modernista se tornou.
Soltou as palavras e versos no vento,
E a todos ele contagiou.

Seja em versos ou prosa,
As palavras encantou.
Nas poesias ou nas trovas,
Drummond que poeta você se tornou!

Claudete Ribeiro Freitas Monteiro:

Drummond de Andrade, homem persistente, poeta magnífico que entrega-se com empeno e requinte construtivo a esse modo de ser e estar.

E. Nunes:

Escritor crítico e modernista, formado em farmácia. Com um ponto de vista melancólico e cético, devido ao seu passado, mas com um lado satírico quando se falava da sociedade, com saudade quando lembrava a morte da filha e da experiência que viveu.

Edinéia:


Trabalhador,
Modernista,
Dominante,
Satírico,
Melancólico,
Romântico. Assim sou eu, Carlos Drummond de Andrade


Elisa da Silva Carvalho:

O mineirinho de Itabira
Que se tornou o poeta maior
Ironicamente presente na sociedade
O que se via em suas crônicas
Admirado por sua maturidade.

Estrela:

Durante este dia, pouco que conhecia,
Retorna com grande e
Unica força, é sua escondida
Mensagem entre palavras que mexem com
Meus sentimentos entre tantos
Outros, quero então que entre ela,
Nossa alma, seja cúmplice do adorável
Desejo de mais te conhecer.

Elizabete L. da Silva Pereira:

Drummond começou a sua carreira de escritor como colaborador do Diário de Minas, formou-se em farmácia, ante a insistência familiar para que obtivesse um diploma. Era individualista, construtivo em sua comunicação. Lançou-se ao encontro da história contemporânea e da experiência coletiva.

Floripes Costa Corrêa da Silva:

Fui ao encontro na oficina do Senhor Drummond
Os caras achavam ele louco, eu não sei não.
Tem umas frases, muito esquisitas,
Mas ao mesmo tempo, em deixa aflita.
Ela fala do seu sofrimento, contando.
Eu sinto muito, por esse momento.

Htinha Fisa:

Amores não viveu
Não resistiu a ausência
De sua filhaporém
Resíduos dela ficou
A sua felicidade partiu
Dainte daquele momento frio e triste
E insuportável foi a sua dor.

Ingridy C.Ribeiro Mariano:

Em seu mundo abstrato,
E crítico se revela um ser misterioso
Um pouco de tudo se reproduz,
Em uma vida crítica que o conduz.
Vivenciando o momento
Acreditando no futuro.
Não medindo esforços
Pra mudar um pouco o mundo.

Ivana Ribeiro:

Carlos Drummond de Andrade veio de uma família de fazendeiros em decadência, mas mesmo assim seus pais insistiam para que ele se formasse em algo. Conforme a vontade de seus pais, formou-se em farmácia, sem abandonar a sua carreira de escritor. Fundou mais tarde com outros escritores A Revista, que teve grande importância para o Modernismo, em Minas. Passou como escritor em vários jornais e logo em seguida, escreveu os seus próprios livros. Uma obra dele que gosto muito é “Sentimento do Mundo”, onde ele expressa o seu pensamento sobre o mundo a sua volta.

Izabela Valério:
O poeta...
Ele é moderno;
Traz modernismo
Ele é romântico;
Faz romantismo
Ele é maduro;
Traz a maturidade do poeta.

Kelly P. Teotônio:

O ato de escrever poesias é maior do que apenas proferir, declamar belas palavras; é uma forma de expressar sentimentos, de modo que se perceba o próprio sentimento comum a todos.
As pessoas que são possuidoras deste dom chamamos de artistas.
A eles, nossos aplausos!

Linara:

Idealista, capaz de mover-se em direção ao inexistente, para confundir todos aqueles que achavam donos da certeza.

Lívia Nunes de Aguiar:

A inspiração vem das nossas experiências em nossa caminhada.
Contudo, vivemos inspirados para enfrentar dificuldades ou, até mesmo, pedras que aparecerão em nossos caminhos, fazendo com que nos tornemos mais firmes para encarar obstáculos.
Como Carlos Drummond, devemos ou deveríamos, ser persistente naquilo em que focamos como objetivo, colocando todo sentimento em nossas atitudes.

Má:

Carlos Drummond de Andrade transformou em poema os sentimentos humanos, mostrando que a vida é um palco onde temos que dançar conforme a música.

Maiara Catarina de Carvalho:

De minha vida, até o último instante,
Com garras nas lutas diárias
Saudade, companhia infinata
Coberta por linhas fiéis
Então a dor, derradeiro suspiro.

Maria Aparecida Cândida Santana

Drummond esceveu seus versos e poesias abordando problemas sociais e culturais; uma visão crítica do homem, sentido a falta de amor que a maioria não tinha. Em suas poesias, sempre falando doamor, que é o principal em tudo, o amor ao próximo. Suas poesias, cheias de sentimentos... era como ele vivesse tudo o que escrevia, sempre abordando a natureza, de onde também tinha suas inspirações.

Maria Julia Sanches Carneiro Fortes:


Desde jovem, o interesse por
Revistas, livros e letras, causava
Uma impressão
Muito forte,
Muito expressiva,
Onde tudo que fez, em matéria de literatura, vem
Nessa fascinação insconsciente, pelas letras,
Da palavra impresa.


Mônica Madalena Medeiros:


Carlos Drummond de Andrade era um escritor autêntico, suas palavras e tinham sempre duplo sentido. Com trablgho e muita dedicação, fez do poema um hino para que todos pudessem ouvir e refletir. Muitas palavras não nos faz sentido, temos que ler, reler muitas vezes para que possamos entender. - “Há uma pedra no caminho, no caminho há uma pedra”

Muryllo M. Xavier:

Um poeta solidário, não preocupou-aw apenas com o “eu” mas o “nosso”. Escreveu sobre temas comuns, mas, aos olhos de um poeta um emaranhado de possibilidades e curiosidades. Preocupou-se com o comportamento humano, o social, o “ser”, a vida humana em todos os seus aspectos e curiosidades... Há um Drummond em minha vida, e minha vida há um Carlos Drummond de Andrade...

Patrícia S. Martins:

Por nossa vida
Tudo passa,
Tudo passa,
Mas deixa
Marcas
Mas mesmo boas
Ou ruins
Sempre lembramos

Paula Kioto S.Shimote:

O autor Carlos Drummond de Andrade tem uma personalidade muito forte, pois teve uma opinião sobre o que vê , o que pensa. Drummond é sentimentalista, como demonstra no poema Resíduo, onde o autor retrata bem o que sente quanto ao falecimento de sua filha única.

Paulo Shimote:

Foi um poeta que viveu intesamente, mas sofreu muitas decepções em relação ao mundo e sociedade, talvez por ser muito exigente.

Só por hoje:

Foi sem pensar, que se deixou
Abater
A fatalidade, o fez adoecer
Seu corpo adoeceu
Quando seu psicológico, enfraqueceu
Foste embora e nem disseste
Adeus

Tamiris de Aguiar Rosa:

Drummond foi um escritor diferente, onde suas obras jamais serão comparadas com qualquer outro. Era muito sentimental, pois suas obras mostravam tristezas, que o tempo fazia pesar.

Tatiana A. Jerônimo:

A você, Drummond de Andrade, os cumprimentos de gerações, infinitas declarações, pensamentos, que nos remetem a analisar a importância do “ser” como centro de todas as coisas, o compreender de todo o eu e seu próximo.
A você, que deixou claro o dever das palavras, dos pensamentos, mesmo aqueles tão obscuros; a você, tão distante em pensamentos e tão perto em coração.
A você, tudo o que podemos interpretar, as tão várias interpretações a cada leitura.
A você, os mais sinceros agradecimentos...

Taynara de C. Medeiros:

Carlos Drummond, um consagrado escritor que mistura ceticismo e sentimentalismo, consegue dar um toque experiente e moderno no final de todas as suas obras, poemas ou crônicas.


Vanessa Cristina Rossi Cezaretti:

Determinação
Renovação
União
Motivação
Modernização
Opinião
Nação
Deslumbração

No meio do caminho
No meio do caminho tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
tinha uma pedra
no meio do caminho tinha uma pedra
Nunca me esquecerei desse acontecimento
na vida de minhas retinas tão fatigadas
nunca me esquecerei que no meio do caminho
tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
no meio do caminho tinha uma pedra

O modernismo eclodia em São paulo na Semana de Arte Moderna, em 1922; estava no auge de sua “fase heróica”. Fundada naquele ano de 1928, por Osvald de Andrade, a Revista de Atropofagia representava a vanguarda do movimento. O poema de Drummond, republicado dois anos depois de seu livro de estréia, Alguma Poesia (1930), causou escândalo: a literatura contava então com mais espaço social e uma novidade ainda podia chocar um considerável número de pessoas. Drummond subitamente se tornou conhecido – por causa de seu poema audacioso, e a “pedra”, passou a representar por excelência a imagem de sua poesia.
O poema de Drummond soava como brincadeira irreverente, desrepeito não só para com a venerável tradição literária, mas até para com o leitor e a própria poesia. Um texto feito quase que só de repetições, e vírgulas, com fraseado vulgar. Tudo muito provocativo à época.
“No meio do Caminho” não foi o primeiro poema que Drummond publicou, mas foi seu batismo de fogo. Os ataques sofridos foram lembrados mais de uma vez ao longo de sua obra, consagrada depois como das mais notáveis de nossa literatura. Não obstante a amplitude e diversidade dessa obra, a imagem da “pedra no meio do caminho” constituiu-se em seu símbolo mais marcante, pois o cerne da poesia de Drummond contém, insistente, a expressão do impasse, da dificuldade, do obstáculo, da frustração, da não transcedência. Todos esses sentidos estão presentes na indiferença da pedra.

Vânia Ribeiro:

Inteligente e sentimental, gostava de escrever. Tornou-se um grande escrito, modernista, apesar de não seguir esta linha de pensamento. Usou de seu maior dom como refúgio após a morte de sua filha, onde revela toda sua amargura e sofrimento em vários poemas.

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